AS SETES LEIS ESPIRITUAIS V – Lei da Intenção e do Desejo

Aqui estamos nós, na quinta estação dessa estrada onde cada parada chama a atenção para um aspecto da vida. Mesmo parecendo estar “separadas” por quilômetros, as estações não são estáticas e nem físicas – todas se entrelaçam no campo quântico enriquecendo a experiência que chamamos de vida. De todas as sete leis, essa é aContinuar lendo “AS SETES LEIS ESPIRITUAIS V – Lei da Intenção e do Desejo”

As Sete Leis Espirituais II – Lei da Doação

A lei da doação rege as trocas no universo. Tudo, simplesmente tudo pode ser visto como energia, sendo que uma de suas características é o fluxo, o movimento. Como fazemos parte do universo, também somos energia e também realizamos trocas constantes. Ao respirar, trocamos oxigênio e gás carbônico com o ambiente. Isso é só oContinuar lendo “As Sete Leis Espirituais II – Lei da Doação”

AS SETE LEIS ESPIRITUAIS I – Lei da Potencialidade Pura

Leis terrenas e leis divinas. Lei – o que significa isso? A palavra vem do latim lex (lei) que significa uma obrigação imposta. Ninguém pode se eximir de cumprir a leis da sociedade onde vive. Não adianta alegar ignorância – “ah, mas eu não sabia…” Saber ou não saber não torna a pessoa inocente. OContinuar lendo “AS SETE LEIS ESPIRITUAIS I – Lei da Potencialidade Pura”

A cura é possível?

Pensar em curar algo implica em que existe algo de errado conosco. Curar o quê? Qual seria o objetivo final, ter saúde? Sim, saúde é fundamental, o resto a gente corre atrás, não é? Afinal, o que seria saúde? Saúde segundo o dicionário Aurélio seria “o estado do que é são, robustez, vitalidade.” Assim deContinuar lendo “A cura é possível?”

Quanto mais íntimo da morte, melhor se vive!

Mais uma ideia paradoxal, muitas vezes lida por mim em vários livros, o mais recente deles “Conversando com Deus 3” de Neale Donald Walsch. Cito aqui alguns trechos: “O fato de você se recusar a pensar em sua própria morte, o leva a se recusar a pensar na própria vida. Você não se dá contaContinuar lendo “Quanto mais íntimo da morte, melhor se vive!”