Tempo Estranho

Desafio de vida para mim vira um desafio para quem gosta de ler, para você, para quem desejar… Porque escrever é terapêutico, ajuda a refletir sobre os eventos e suas causas. É uma forma de contribuir para a ampliação do conhecimento. É uma tentativa de inspirar as pessoas a encontrarem a coragem para fazer um movimento em busca da cura de seus traumas, tristezas e inseguranças. Mesmo que esse movimento seja tímido e permita apenas o vislumbre de um fóton de luz… a abertura promove a cura.

Quanto mais se avança na trilha do autoconhecimento, mais se percebe a conexão entre todas as coisas: entre presente, passado e futuro, entre os elos do sistema familiar, entre relacionamentos e eventos aparentemente distantes e desconexos.

Nessa dança cósmica de entrelaçamentos infinitos, dançamos conforme a música, seja o Om sagrado nos cantos dos anjos, as saudações batidas no tambor, o toque preciso do cristal, ou ainda o choro escondido de mulheres silenciadas à força e dos meninos abafados no berço do descaso e da violência.

Que me importa as dificuldades que meus avós passaram? Importa! Que me importa os pesos suportados pelos meus pais ou os relacionamentos mal resolvidos que ficaram no esquecimento? Importa!

NÃO para ficar voltando em looping aos eventos e traumas e se justificando ou acusando. Isso a gente já faz sem perceber.

SIM para liberar a energia estagnada, sair desse eterno repetir de padrões negativos escravizantes e permitir um caminhar mais leve e a criação de um futuro diferente.

Tudo faz parte. Somos parte disso. Somos parte do todo. Somos a força bruta e a candura. Somos o desprezo frio e o abraço terno que cura. Somos a saudade de não ter sido e o fogo que impulsiona a busca e nos joga para frente. Apenas somos.

Quando se olha para esse processo com aceitação, o que mais é possível? Julgar? Criticar? Apontar culpados? Sim, pode ser uma alternativa. Porém, no meu ponto de vista, essa abordagem não seria nem a mais eficiente nem a mais inteligente e ainda estaria criando mais do mesmo, ou seja: contração, diminuição e sofrimento prolongados ad eternum.

Quando se olha para esse processo com reverência, surge a compreensão, a compaixão. A disposição de se colocar nesse lugar de vulnerabilidade, de abrir as janelas do peito e falar sobre as dificuldades e dores congeladas, cria a possibilidade da cura para si e para todos os enredados nessa teia gigantesca.

Uma cura = muitas curas.

Uma porta aberta = muitas libertações – para os que já foram e para os que estão vindo.

Esse ano de energia 3 (2019: 2 + 1 + 9= 12= 3) vibrando a força da comunicação e da arte, da expansão e dos grupos foi justamente um ano investir na divulgação do meu trabalho e dos cursos – seguindo a energia, santo alinhamento! Muita coisa para melhorar nessa área ainda, eu sei, o trabalho continua…

Em paralelo, um ano cheio de desafios, os quais ainda estão longe de terminar. Deixo abaixo os links dos capítulos de uma novela chamada “Diário de um tempo estranho”:

http://bit.ly/Tempo_estranho1

http://bit.ly/Tempo_estranho2

http://bit.ly/Tempo_estranho3

http://bit.ly/Tempo-estranho4

http://bit.ly/Tempo_estranho5

http://bit.ly/Tempo_estranho6

http://bit.ly/Tempo_estranho07

http://bit.ly/Tempo_estranho8

http://bit.ly/Tempo_estranho9

http://bit.ly/Tempo_estranho10

http://bit.ly/Tempo_estranho11

http://bit.ly/Tempo_estranho012

https://bit.ly/Tempo_estranho13

https://bit.ly/Tempo_estranho14