Os 5 Princípios do Reiki

Depois da imersão do Mestrado em Reiki há alguns dias, me veio novamente aquela vontade de distribuir novamente e dei início a mais uma série de lives sobre o reiki.

A ideia é fazer da seguinte forma: segundas (hoje e 7/12), quartas (2 e 9/12) e sextas (4 e 11/12) às 9h da manhã (horário de Brasília) pelo Instagram denise_fracaro.
Deixo aqui o convite:

Convite para a nova série de lives

E o primeiro vídeo da série:

Só por hoje, o que você se propõe a mudar na sua vida, como você deseja se sentir, se cuidar…

Só por hoje, o que você gostaria de fazer ou aprender e não acha tempo…

Só por hoje seja a melhor versão de você que pode ser.

Mestrado em Reiki

Sabe essas coisas que acontecem de repente? Ou melhor, que a gente decide de última hora e dá tudo certo? Adoooorooooo!!!! Parecido com quando queremos ver muito alguém e passam meses e nada, parece que nunca é possível, nunca as agendas se encontram… Daí, acontece aquela casualidade e é uma delícia.

Há apenas duas semanas, conheci a mestra Reiki Keiko Komakome – quantos “Ks”, quanta energia do número 2, frequência de mãe, aquela que compartilha, que negocia, harmoniza e te põe no colo literalmente. Assim, em apenas cinco dias, me preparei para uma viagem de imersão no reiki e transformação pessoal.

O local escolhido já é um presente: o Krishna Shakti Ashram em Campos do Jordão é um paraíso natural de montanhas, paisagens, rios e flores lindíssimas. Comida vegetariana espetacular. Grande a minha surpresa ao provar alimentos tão saborosos sem qualquer vestígio de alho ou cebola. Todos os ingredientes são abençoados por Krishna antes de ir para a mesa e, antes de brandirmos nossos garfos e facas, todos juntos cantamos um mantra animadíssimo para agradecer e abençoar o alimento. Tudo isso contribui para enaltecer os sabores. Repeti em todas as refeições e não voltei rolando de gorda para casa! Saúde no prato, amor no prato: leveza e amor no coração.

Nos primeiros dias, muita chuva e um friozinho bom embalando as vivências. Curso nada ortodoxo, mais focado na transformação interior contudo, tinha sim material de apoio preparado com muito capricho pela querida Keiko. No meio da semana, ganhamos de presente um imenso céu estrelado com direito à fogueira e ritual.

Quanta responsabilidade um curso de mestrado. Não se pode “fazer de alguém um mestre”. O mestre está em algum lugar dentro de cada um, adormecido, em hibernação e, nas condições ideais de acolhimento e amorosidade, ele pode escolher despertar. Esse coração cheio de amor, a mestra coruja colocou à disposição de todos. Você também pode manter seu mestre escondido em algum porão, trancado com cadeado enferrujado por milênios de torturas e não assumir as responsabilidades que vem junto com o descritivo do cargo.

Ser mestre não é brincar de Merlin, comprar um cajado… Ser mestre não é estar zen o tempo todo, sem emoções fortes ou problemas numa ilusão de plenitude 24h/7 dias por semana. Ser mestre não é ficar esperando reverências, ao contrário, é servir. Ser mestre não é ser carregado acima das vicissitudes da vida, além das mazelas e dores, sem tocar a lama como se fosse um lótus.

Ser mestre é brilhar na sujeira, enfiar a mão na massa das doenças e medos e paranoias humanas e ser contribuição sem impor a cura. Ser mestre é não ter a obrigação ou pretensão de curar – a cura vem na medida em que a pessoa se abre, no momento certo. Ser mestre não é outorgar-se méritos por fazer o trabalho todo sozinho – não somos nada sem os nossos mestres silenciosos e invisíveis que nos apoiam sempre, quer sintamos a presença deles ou não. Somos um canal por onde eles podem trabalhar, através do qual eles podem falar e ensinar.

Ser mestre é ser reverente a si mesmo e ao outro como fonte de luz e poder, como fonte de sabedoria e amor. Ser amor mesmo quando o cenário é feio aos olhos. Enxergar a luz através das feridas purulentas que se manifestam em agressão e raiva. Encarar os desafios com um mínimo de serenidade sabendo que estamos no lugar certo, na hora certa, com as pessoas certas e que a cruz nunca será mais pesada do que conseguimos carregar. Ser mestre não é ser perfeito, é saber humildemente que estamos longe da perfeição e ainda assim somos belos.

O título de mestre não traz maestria. Mestre também é cada pessoa que te ensina, te ajuda, te desafia, te ilumina, te impulsiona para brotar o melhor de você. Há mestres por um dia, outros por muito tempo. Muitos dos grandes mestres na nossa vida estão dentro de casa, na vizinhança ou no trabalho provocando mudanças e avanços. Ser mestre é ter consciência do impacto que causamos nas pessoas e no planeta. Ser mestre é usar o fogo sagrado com sabedoria, mudando o que pode ser mudado e aceitando o que não pode.

Amei cada encontro, cada experiência, cada detalhe. Os grupos se formam ‘aleatoriamente’ aos olhos distraídos, porém são sabiamente orquestrados pelo astral, pelos nossos mestres. Cada um está ali por uma razão e tem muito a contribuir com todos. Esse grupo muito especial, no qual eu “caí de paraquedas” como disse a Keiko, sem cumprir qualquer protocolo, me encantou e me desafiou a quebrar os meus protocolos, a rasgar o peito e chorar lágrimas contidas há séculos e rir gargalhadas esquecidas, a dançar para os amados Orixás com toda minha energia e minha essência.

Gratidão infinita a toda a equipe: mestres Keiko, Dani, Sol, Rodrigo e Fran e colegas Priscilla, Tato, Larissa, Lidiane, Silvia, Vanessa e Betty, meus irmãos de caminhada.

Meu Primeiro e-book

A Arte de Fazer Perguntas

Que tal acessar uma forma simples de se conectar com soluções para os problemas que a vida traz para você ou aqueles que você atrai para você para aprender o que deseja aprender nessa vida?

Não é porque temos algo a resolver que vamos entrar no desespero, descrença ou mesmo na resignação: quando você decide que não há nada a fazer e procura se acostumar a uma situação desagradável porque a vida é assim mesmo e não tem jeito, você está decretando-se fechado para novas possibilidades.

Será que não tem jeito mesmo?

Tudo tem solução, tudo pode ser mais fácil se você apenas, apenas e somente, se der a oportunidade de se abrir para receber. Vem comigo nessa aventura! Adquirindo o meu e-book você vai ter acesso a aulas gravadas explicando tintim por tintim (acabo de entregar a idade), detalhadamente como usar essa ferramenta.

Fácil, fácil! meu e-book quase de graça aqui https://go.hotmart.com/F42724335X.

Coragem

Finado, morrido, acabado…

Como honrar os antepassados, os que vieram antes de nós e trilharam caminhos íngremes para nós estarmos aqui reclamando da vida com todo esse conforto e barriga cheia?

País feito à base de imigrantes implica em grandes distâncias e desapego. Nossos ancestrais deixaram seu país e família para trás em busca de uma vida melhor, em fuga de guerras e sofrimento. Muitas vezes, tiveram de escolher entre um sofrimento muito grande e outro incerto. Entraram em barcos pequenos e inseguros, lotados e sujos, com pouca comida e água e com muitas chances de fazer a passagem na grande kalunga.

Coragem! Muita coragem foi necessária para abandonar tudo e embarcar nessa aventura nada glamorosa e cheia de riscos rumo ao desconhecido.

Coragem. Os que lograram chegar, encontraram dificuldades, tratados como párias e mão de obra barata.

Coragem. Que escolhas nós temos hoje? Quais são as grandes decisões que precisamos tomar? Onde estão as encruzilhadas na vida? Profissão, estudo, artes, amizades…Casar ou desapegar…Trabalhar por conta própria ou para terceiros…Dedicar-se ou não a uma religião… Drogar-se ou se cuidar… As oportunidades que temos hoje disponíveis, inconcebíveis há 500 anos atrás, são tantas que, às vezes, escolhemos não escolher. Por medo de errar. Sempre que temos medo ficamos, de certa forma, paralisados.

A vida passa e não vivemos o presente que é a Vida. Falta coragem?

Seria ridículo ou insano comparar… Grande desperdício de talentos e oportunidades observamos todos os dias.

Uma boa forma de honrar nossos antepassados é encontrar essa CORAGEM impressa no nosso DNA e viver a vida HOJE.

❤️ Coragem = agir pelo coração. Assumir o verdadeiro lugar ❤️ da torre de comando e deixar a mente atuar como software desse projeto humano e não como o programador. O programador não está dentro da mente nem do corpo e não está submetido a nem um dos dois.

❤️ Coragem!

Meditando&Curando

Há algum tempo… venho desejando aqui dentro fazer mais, estar mais disponível, traduzindo para o meu jeitão caipira: vem me dando uma “coceira’ de proporcionar mais, distribuir mais!

Porém, as mudanças pelas quais meu corpo vem passando desde a saga que intitulei de “Tempo Estranho” tem alterado a minha dinâmica e disposição.

Por exemplo, depois da última guilhotina me levar a tireoide, deixei de ser uma pessoa ‘friorenta’ demais para ser uma pessoa calorenta ao extremo. Isso teria sido um benefício se não coincidisse com os fogachos dignos da deusa Pele do Havaí – me sinto um vulcão sem águas pacíficas à minha volta para me refrescar. Assim, dormir bem tem sido raridade. Acordar cedinho de manhã tem sido complicado. Novos tratamentos em curso e vamos embora!

Com a leitura do Caibalion que venho fazendo recentemente, o poema que Lúcia Helena cita no início de cada palestra, transcrito abaixo, me incentiva novamente a esse trabalho:

Oh! não deixeis apagar a chama! Mantida de século em século nesta escura caverna, neste Templo sagrado!
Sustentada por puros ministros do amor! Não deixeis apagar esta divina!
Quando os ouvidos do discípulo estão preparados para ouvir, então vêm os lábios para os preencher com a Sabedoria.

Sei que nada sei. Sei que ainda tenho um longo caminho a percorrer. Porém, se o pouco que sei pode ser útil a alguém, eis me aqui a serviço do saber.

Fica o convite: meditações às quartas-feiras de manhã, 8 horas horário de Brasília.

Desejando participar, entre nesse link para receber as notificações: https://t.me/joinchat/QkM11lF2qoWI-XfZCCxgDw. Vamos trabalhar com a plataforma do zoom que você pode acessar de qualquer celular ou computador. Seja bem vindo e bem vinda!

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