Alma Lavada

Semana animada aqui em Sampa. Estarei junto com você segunda, terça, quarta e quinta às 19h no insta @denise_fracaro trazendo muita informação para o seu bem-estar. Bem-estar físico, emocional e mental. Bem estar da sua família e seus amigos de quatro patas. E vai ter SORTEIO!!!

Vou te ensinar ferramentas energéticas fáceis de usar, claro. Aliás, você já deve ter percebido que facilidade é uma das minhas bandeiras. Não porque eu não goste de trabalhar e só queira ficar no sofá recebendo tudo sem nada fazer. Nada disso!

Para mim, trabalho é AMOR em movimento. Para mim, a VIDA é movimento – em todas as áreas. Eu sou uma pessoa do elemento ar, elemento do chacra cardíaco, olha o amor de novo sendo espalhado aos quatro ventos. Sou do vento e sou da brisa, sou de aquário e de Iansã. Não paro quieta…

O que são as palavras senão o ar deixando o quentinho dos pulmões e atravessando a garganta na forma de mensagem? De novo, a vida se movimentando através de mim. Isso facilita minha vida com as palavras, por isso gosto de ensinar. Por isso, dei cursos de Barras de Access por alguns anos e agora dou cursos de reiki e no Hotmart. Estou fazendo o que é ‘fácil’ para mim e isso indica que meus dons estão sendo colocados a serviço.

Tenho também o Happy Hour Fácil Fácil a cada começo de mês, trazendo clareza, ajudando a vida a fluir mais naturalmente, desapegando a mente de conceitos que nem sempre são verdadeiros. Tudo isso é feito com palavras que são energia e, portanto, tem atuação não-local, ou seja: onde quer que estejam os participantes, a energia atua aqui e lá ao mesmo tempo.

Somos seres quânticos, nosso corpo eletromagnético envia e recebe informação, emite luz e recebe luz. Vamos juntos abrir os canais para perceber a luz que somos e caso haja algum véu encobrindo seu brilho, vou te mostrar como se libertar disso.

Curso de Reiki 1 – dia 19/2

REIKI 1 – dia 19 de fevereiro – 9h no Campo Belo, São Paulo.

Ficha de Inscrição Reiki 1 https://bit.ly/DFReikiNnivel1

Reiki vira uma chave importante na vida, a gente muda de fase.

Muito sutil e potente, o curso de reiki promove várias mudanças: intensifica a sua sensibilidade, dá uma vontade de ajudar as pessoas, traz calor e calma ao coração. Permite que você, em qualquer hora ou lugar, possa usar essa energia potente para amenizar estados emocionais complicados, dores no corpo – sejam seus ou de outras pessoas.

Quem sente o chamado? Nem sempre a gente sabe porque escolhe algo mas sentimos que temos de fazer aquilo. Você escolhe seguir os chamados do seu coração? Sem pressa e sem pressão.

Reiki amplia os nossos canais mediúnicos. Seria agora o momento para você? Se a resposta for sim, me chama no 11989634996 ou preenche a ficha se inscrição: https://bit.ly/DFReikiNnivel1

Feliz da vida de ser contribuição para expandir mais essa energia de amor e cura! Gratidão!

pós coiso

Então, um belo dia, você começa a sentir coisas no corpo que não combinam com a pessoa saudável que julga ser e a coisa vai se desenrolando até o diagnóstico temido da época atual. O resto dessa estória você já conhece, está aqui https://reikiquantico.com/2022/01/14/retirada-na-torre/

Passado um mês desse evento sinistro, tenho a declarar que algo muito estranho ocorre nesse planeta, muito esquisito mesmo.

Sensação é algo difícil de descrever. Sabe quando você tem uma sensação de que algo está errado ou fora de lugar, ou alguém está ali mas ninguém vê, ou que algum evento está para acontecer? Mesmo sem poder explicar ou mostrar, algo acontece no reino do invisível.  

Dessa experiência, me restou quase somente uma sensação de que algo muito estranho entrou no meu corpo (e não foi espírito não, he he) e bagunçou algumas coisas por aqui. Sou de natureza matutina e ando com bastante dificuldade para acordar cedo. Tenho dormido mais horas que o normal. Cansaço? O corpo entrando em nova fase? Isso pode ser físico mesmo, dado o desgaste em reorganizar meu exército de salvação.

Levei 4 dias para concatenar as ideias para escrever o último texto citado acima, uma eternidade. Tudo bem que estava dentro do tornado naqueles dias, mas não era um texto que exigia pesquisas nem grandes elucubrações. Ter o campo mental afetado de uma forma absurda como essa não foi nada confortável. Peraí, essa não é uma doença mental ou neurológica, ou é? Afinal de contas, o que é isso?

Sempre me considerei uma pessoa saudável, porém isso não me impediu de contrair algumas doenças e desenvolver outras. Aos 15 anos, peguei varicela numa viagem a Portugal e me curei sozinha antes de retornar a Madrid. Qual foi o remédio? Talco de bebê para aliviar a coceira nas costas cravejadas de feridas e SÓ. Nem me levaram ao médico. Isso doeu no emocional mais que no corpo…

Quando eu era bem pequena e morava no interior, peguei sarampo. Tive direito a bastante colo do papi por causa disso – essa foi, sem dúvida, a melhor parte. Eu dei sorte dele estar por perto. Ele tinha um cargo no banco do estado que o tirava de mim por longos meses e com muita frequência. Era muito difícil ficar longe dele e, por causa disso, aprendi a contar muito cedo: para saber os dias que faltavam para ele voltar.

Naquela época, quando uma criança na rua pegava uma doença contagiosa como caxumba ou catapora, os vizinhos colocavam seus filhos para brincar junto afim de que todos pegassem logo. Pelo contato, todos criavam a santa imunidade mesmo sem adoecer. Os irmãos eram mantidos juntos com o mesmo objetivo. Nem todos pegavam e a imunidade era compartilhada. Meus dois irmãos mais velhos tiveram caxumba, eu não. Eles tampouco pegaram sarampo de mim. Nada das separações ou isolamento que estamos vivendo hoje. Olha que interessante ponto de vista….

Eram tempos de menos informação e menos tecnologia.

Quando você recebe essa informação, como isso vibra em você: julga essa sociedade antiguinha como “atrasada”, torpe e dá graças a Deus que não viveu naquela época?  Essa prática de adquirir imunidade naturalmente te parece perigosa, insana ou natural e tranquila? Traz uma sensação de leveza ou peso?

Lembro que quando minha mãe estava grávida do sexto filho (que não nasceu, assim como o quinto também não, o sétimo veio!), Marcão, um primo nosso que morava em casa pegou rubéola. Era muito comum ter um parente morando em casa. Eles vinham estudar ou ganhar a vida na cidade grande e, mesmo que morássemos num apartamento bem pequeno em 6 pessoas, sempre tinha lugar para mais um!

Temos então o seguinte quadro: o primo com rubéola em casa e minha mãe grávida com o risco de ter um bebê com sequelas num espaço apertado, onde a gente se esbarrava o tempo todo. Eu tinha uns 7-8 anos, época do meu desenho japonês favorito, Godzila, e eu nem conseguia pronunciar esse nome – para mim sempre foi “Guzula”.

Minha mãe passava nas costas do primo enfermo as pomadas que o médico prescreveu. A gente só olhava sem compreender a gravidade do momento. Ela nunca pediu para a gente fazer isso por ela. Como será que ela se sentia? Nesses momentos de preocupação, quais marcas ficaram na sua psiquê? Segundo o médico, a perda do bebê não foi causada pela rubéola. Essa doença teria provocado cegueira ou surdez. Só Deus sabe…

Muitos anos mais tarde, quando eu fiquei grávida, testei para anticorpos de rubéola e lá estavam eles: firmes e fortes me impedindo de ter essa doença por ter compartilhado a casa, o banheiro e o oxigênio com o Marcão. Gratidão primo distante, nem sei por onde você anda.

A gente crescia assim ‘tudo junto e misturado’. Quando a medicina foi se aprimorando, novos exames e equipamentos sendo criados, passamos a ser ensinados a não confiar no nosso sistema imunológico e a buscar fora do nós ajuda para as curas.

A vida mudou, as coisas se complicaram. Somos bombardeados com tanta informação, tantos estudos, tanta radiação e energia eletromagnética que nossos corpos estão sobrecarregados e enfraquecidos.

A mesma terra produz o nosso alimento há milênios – está esgotada, pobre de nutrientes. A água que consumimos cheia de resquícios de antibióticos e outros elementos tóxicos. O tratamento de esgoto não alcança grande parte da população. Segundo dados da Agência Brasil, até 2019, menos da metade da população tinha tratamento de esgoto no país. Caso fosse uma prioridade política, já teria sido resolvido. Nem vou começar a falar de estresse…

Não quero parecer saudosista, do tipo ‘antigamente que era bom, sem luz elétrica, sem água encanada’ – nada disso! Sou grata a todos esses avanços! Eu mesma já precisei de exames complexos e cirurgias. Independente da medicina ter sucesso em muitas frentes, quem se cura é o corpo. Quem ativa ou desliga os genes cancerígenos é o corpo. Quem corre atrás de células alucinadas é o corpo. Ao ingerirmos insumos de qualidade duvidosa, comprometemos o trabalho desse ser magnífico.

Um equilíbrio dinâmico entre tecnologia e natureza, entre tensão e relaxamento, entre uma mente acelerada e descanso real do corpo físico e mental… Comer bem, dormir bem, cuidar dos pensamentos e emoções, fazer exercícios físicos, fazer check-up, terapia, ter atividades prazerosas sem fins lucrativos, apenas pelo prazer de estar lá…

Esse encontro das polaridades pulsa como um pêndulo ao longo da vida. É possível e é o objetivo de milhares de pessoas. Por essa senda, eu sigo caminhando. Sem desprezar as modernidades, mas sabendo que, no fim do dia, sou eu e minha consciência que vamos dar conta (ou não) da vida. É minha consciência quem me orienta nas escolhas a cada momento, se mais para lá ou mais para cá… Como costumo dizer: estou sempre só, só eu e Deus e isso basta.

Imunidade & Intestino

Você se sente seguro? Como seria se tivéssemos a possibilidade de nos sentirmos seguros assim como era quando éramos aqueles bebês fofinhos e nosso mundo se resumia ao colo e ao peito da mãe? Será que é possível? Te convido a refletir sobre isso. A gente cresce, passa a desconfiar de tudo e todos, mas o ‘colo da mãe’ Terra, o colo da mãe divina personificada por Maria para alguns, Kwan Yin para outros, Yemanjá… esse colo nunca falha! Esse colo está sempre à nossa disposição. É só pedir.

Se você não se sente seguro, passa essa informação ao seu corpo e ele entrará em estado de alerta.

Me encanta estudar o corpo, seus potenciais e funções. Gosto de trazer informações sobre o nosso tão lindo e perfeito corpo, seus sistemas e possibilidades. Nesses tempos estranhos em que estamos vivendo, parece que não confiamos em mais nada, nem no nosso templo particular.

Recente, criei uma série de vídeos curtos sobre imunidade que dão uma pincelada no tema:
Parte 1 Como está sua imunidade? – Reiki Quântico por Denise Fracaro (reikiquantico.com)
Parte 2 Imunidade – parte 2 – Reiki Quântico por Denise Fracaro (reikiquantico.com)

Parece que, se não acrescentamos algo “de fora”, ele não saberá se virar com as ameaças ambientais. Será que ele perdeu a capacidade de saber se cuidar? Hummm… tenho minhas dúvidas!

Muitas dessas ameaças são criadas pela nossa própria mente (leia “A Biologia da Crença”). Além do alimento físico, comidas e bebidas que ingerimos, o ‘alimento’ sutil na forma de pensamentos e emoções, ondas eletromagnéticas, a energia do ambiente ao redor e das pessoas… tudo isso afeta enormemente a nossa saúde. Sobre alguns desses itens, nós temos total escolha!

O nosso grande exército de defesa é criado e treinado no intestino, discretamente e de forma muito eficaz. Deixo aqui dois vídeos explicando de forma simples como isso ocorre para que você possa fazer melhores escolhas no seu cardápio:

Como criamos doenças auto imunes:

O convite de hoje é cuidar do seu intestino, considerado por alguns pesquisadores, o nosso segundo cérebro dada a importância dele no nosso estado emocional, mental e físico.

Retirada na torre

Desde que parei de fazer retiros com supostos gurus, há anos… ficou a saudade de estar longe de tudo e de todos, de estar apenas no silêncio que a cidade não permite, apenas no barulho da minha mente – que já é bem intenso e vai comigo onde quer que eu vá, assim como na música: “eu tentei fugir de mim, mas aonde eu ia eu tava…” https://www.youtube.com/watch?v=u2sbYfYx47g

Gosto dessa canção, tão verdadeira. A gente tenta fugir de tantas coisas, mas no final das contas, tudo se resume em olhar no espelho sem roupa, sem filtros, sem vergonha. O que resta é ‘eu e Deus’, eu e meu lado sano ou insano. Tudo o que eu alimentar no meu campo mental e emocional vou potencializar e atualizar.

E eis que essa semana sou presenteada com um positivo para esse coiso que no me gusta ni hablar el nombre, como em Harry Potter, não se fala o nome do “you know who”. Cada vez que falamos o nome de alguém, estamos chamando essa pessoa energeticamente, em voz alta ou só no pensamento.

Para que chamar o coisa ruim?

Eu, nem jovem, nem donzela, me tranco no alto da torre com vista para o mundo que me rechaça. Qual príncipe vem me salvar? Aqui no alto, cavalo branco não chega, se vier, que seja de helicóptero ou drone! O meu príncipe: o princípio masculino, tão parte de mim quanto o feminino, não virá de fora, já existe e está atuante. A lenda de um salvador masculino na vida das mocinhas é nada mais que o “casamento sagrado” de nossas polaridades, eu comigo mesma.

Aliando a sensibilidade e a razão fica mais fácil navegar por esse mundo, assim assumimos a maturidade e maioridade aos 16 anos, como no caso da Bela Adormecida. Na sociedade atual, isso pode levar uns 30 anos dada a atrofia imposta aos jovens, à falta de liberdade para assumir riscos, à falta dos rituais de passagem que preparam corpo e espírito para a vida adulta…

Os povos considerados primitivos nunca dispensavam seus rituais. O menino tinha de caçar seu leão e trazer o seu dente no pescoço para entrar no grupo dos grandes.

Novos desafios, novos aprendizados.

No momento, estou em treinamento intensivo para pedir e receber. Receber a água para beber, a comida no prato que não posso preparar, as energias e reiki enviadas por vários colegas e amigos, irmãos… Gratidão infinita! Pedir tampouco é fácil para mim, sou do tipo de sair fazendo logo e pronto!

Estou treinando delegar e descansar, deitar e dormir a qualquer hora porque dá um sono pesado! Estou quase sem sintomas, só tive dores no corpo no primeiro dia, comecei a tratar logo, passou, mas o cansaço segue por aqui.

A pessoa elétrica que corre para lá e para cá o tempo todo agora tem de parar. Pensa: não é desacelerar, é PARAR mesmo. Só que nesse momento o corpo ajuda porque ele desliga os motores. Então acontece de levantar para tomar um banho, pega a roupa, ajeita umas coisas e… volta para cama porque faltou energia! Aguarda mais um pouco e recomeça. O dia fica todo picado, cheio de intervalos, nada rende, a leitura não flui, a mente não concentra, meditar não rola, ver TV quase não existe no meu mundo então nem me passa pela cabeça… Vou ajustando as coisas na medida do possível.

Sou esse paciente vivendo um minuto de cada vez. O que é possível fazer agora? É isso.

Antes desse retiro, tive outro também comandado pela saúde onde me vi radioativa e tinha de ficar longe de todos por uns dias. Foi um pouco antes de começar essa plandemia que deixaria Maquiavel enrubescido de vergonha. Como era uma questão apenas minha, toda a psicologia da família foi mais suave.

Essa semana a coisa está bem diferente. Quem assistiu “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” de Almodovar pode começar a imaginar… Nervos à flor da pele. Sobrecarga dos não contaminados. A vida segue. As pessoas precisam comer (já falei para viver de luz, mas ninguém me dá ouvidos!), louça e roupas para lavar, mais o trabalho de cada um… Fica pesado para quem está livre para passear pela casa. Aprendizado diferente nesse caso: o que é realmente prioridade?

Interessante que, desde o começo dessa estória toda, há 2 anos, eu tomei a resolução de não pegar. Foi uma escolha consciente suportada por uma mente forte. Fiquei todo esse tempo tranquila, fazendo meu trabalho, cuidando das pessoas. Semana passada, vi o depoimento de uma colega reikiana no grupo e algo mudou em mim. Reproduzo aqui uma parte:

Fiz o reiki e, no meio da transmissão, perguntei por que estamos passando por tudo isso se validamos o tempo todo que uma vibração alta mantém nossos corpos preservados dessa experiência? A resposta foi: vocês precisam ter a informação do vírus e agora é o melhor momento pois tem vários vírus circulando, algumas pessoas pegando mais de um. Além disso, as experiências estão sendo mais leves. É o momento de entrar no campo dos servidores da luz.

Ao ler isso, instantaneamente, me veio o pensamento: “ok, então agora eu posso pegar.” Como se uma outra instância minha tivesse me dado ali uma ‘autorização’. Estranho. O pensamento foi embora rapidamente. Vida que segue.

Na semana seguinte, meu irmão que havia passado uns dias de férias no Brasil, me avisa, desde Madrid, que testou positivo ao chegar lá, depois de ter feito 2 testes (negativos) para embarcar. Estranho. Na mesma noite, na hora de deitar, sinto uns calafrios macabros… Não fiz febre, tecnicamente, mas meu corpo sinalizava que estava se debatendo com algo.

Olha como a gente tem poder de escolha: quando me veio o tal pensamento de autorização, eu nem pensei em cancelar. Poderia ter feito isso e eliminado a possibilidade. Mas deixei seguir o curso e pegar o coiso e ficar de molho e pausar a vida por uns dias.

Sinto falta de trabalhar, atender meus clientes queridos. Porém, com essa experiência, meu corpo desenvolve a imunidade necessária para essa fase esquisita do planeta. Naturalmente. Aliás buscar cada dia mais produtos naturais para minha vida é um dos meus objetivos. Firme nesse propósito.

O corpo sabe o que é melhor para ele, tanto que logo na terça de manhã, depois da primeira noite mal dormida, eu tomei óleos essenciais em cápsula. Normalmente faço apenas uso tópico e inalatório. Senti uma melhora quase imediata e fiquei bem animada. Na quarta, eu já estava bem melhor e meu corpo rejeitou os vidrinhos, ele disse: para! Um atendimento que recebi de biomagnetismo indicou que meu fígado estava sobrecarregado! Olha só! Era para parar mesmo. Talvez nem devesse ter começado…

Aprendendo a ouvir e respeitar meu corpo todos os dias. Ele sabe.

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