Quanto mais íntimo da morte, melhor se vive!

Mais uma ideia paradoxal, muitas vezes lida por mim em vários livros, o mais recente deles “Conversando com Deus 3” de Neale Donald Walsch. Cito aqui alguns trechos: “O fato de você se recusar a pensar em sua própria morte, o leva a se recusar a pensar na própria vida. Você não se dá contaContinuar lendo “Quanto mais íntimo da morte, melhor se vive!”

Luz nas mãos ou mãos de luz?

Um pouco mais sobre os livros que me encantaram e continuam me encantando ao longo de anos. Há livros que posso ler, gostar muito e emprestar sem preocupação de vê-los de volta. Desapego fácil. Alguns vão direto para doação depois da leitura. São livros leves, passatempos alegres. Há porém um terceira categoria na minha estanteContinuar lendo “Luz nas mãos ou mãos de luz?”

Feliz desaniversário!

Eu e a tecnologia não somos um caso de amor à primeira vista, tampouco nos damos bem como casal em lua de mel. Perdi a conta de quantas vezes fui impedida de digitar pesquisar publicar trocar mensagens ou qualquer outra atividade online. Ontem foi outro desses dias: sem internet sem telefone sem impressora e comContinuar lendo “Feliz desaniversário!”

Qual o menu de hoje: perdão ou culpa?

Perdão, eta palavrinha usada, mal usada, gasta e muitas vezes vazia. Duas sílabas de profundidade inimaginável. Pura força de transformação. A gente diz que perdoa mas fica cozinhando a mágoa em banho-maria. Em fogo baixo, nunca ferve mas engrossa enquanto a água da vida evapora e deixa o coração gosmento. A gente diz que perdoaContinuar lendo “Qual o menu de hoje: perdão ou culpa?”

Fale com seu corpo.

Tem gente que fala sozinho – parece que liga os pensamentos na caixa de som wi-fi. Tem gente que fala com plantas, com animais. Todos eles nos ouvem. Podem responder ou não. Ou respondem numa linguagem que não entendemos. Há muito muito tempo, li um livro de Masaharu Taniguchi, fundador da Sheicho-No-Ie. Ele comentava queContinuar lendo “Fale com seu corpo.”