Férias, de novo?

O primeiro semestre já se foi. Game over! Preparando as atividades, viagens e passeios… Como assim passou tão rápido? Que tempo é esse que não passa, voa, e eu nem abri minhas asas ainda… Até as crianças percebem o tempo passar mais rápido que antes.

De uma lado, a demanda por fazer sempre mais nos pressiona a encaixar mil atividades na rotina. Antigamente, não se exigia tanto das pessoas, nem tantos cursos, títulos ou conhecimento.

As coisas que fazemos por prazer, para relaxar acabam ficando tão espremidas entre as obrigações, com um tempo contadinho nos segundos que acabam se contaminando e deixando de ser um prazer verdadeiro. Preciso colocar na agenda uns 15min para relaxar todos os dias… Pronto! virou mais uma tarefa a cumprir! Perdeu a leveza.

O passar mais rápido do tempo, segundo os físicos, tem a ver com as alterações na frequência Schumann. Essa seria a frequência do campo eletromagnético em torno do planeta que fica, em média, em 7,83hz. Desde que começou a ser medida, em 1952, pelo físico alemão Winfried Otto Schumann, manteve-se relativamente estável no século passado.

Segundo o Russian Space Observatory System, desde 2014, tem-se observado picos de 8,5 a 13hz ou até mesmo de 30hz. Esses aumentos levam a crer que a sensação do tempo voando é real – um dia de 24h parece ter apenas 16h dentro desses parâmetros. Assim também é covardia, como vamos dar conta de tudo? Será que a ampulheta cósmica encolheu?

A frequência Schumann está alinhada com a frequência do nosso cérebro no estado alfa e theta. Coletivamente, as pessoas afetam a frequência da Terra assim como a Terra afeta a nossa frequência – o que vem primeiro, não sei. Estamos em sintonia constante.

Escrevi sobre o tempo em (Tempo, O Grande Cobrador https://reikiquantico.com/2017/06/20/tempo-o-grande-cobrador/) inspirada pela canção de Pink Floyd. Canção que me encanta e me deprime por me lembrar de algumas pessoas que deixam a vida passar, olhando a paisagem pela janela, sem colocar seus dons no mundo.

Eventualmente, algumas começaram a se movimentar, embalando a vida nos braços. O que está certo sobre estar parado que eu não percebi? O que eu sei sobre o que é estar parado ou em movimento para outra pessoa? Eu não sei nada! Estou sempre olhando de fora, de um ponto de vista meu – limitado pelos meus preconceitos, crenças e valores.

Cada um com seu tempo. Cada um com seu relógio pessoal, no seu ritmo. Independente de compor a sua vida em adagio ou vivace, prepare-se pois todos estamos num compasso mais acelerado.

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