Uma mãe que não gosta de remédio

Você tem uma farmácia em casa? Eu tenho. Por muitos e muitos anos, nunca saía de casa sem remédios para dor de cabeça. E se a dor de cabeça me atacasse de surpresa no meio da reunião? Melhor prevenir! Depois de ter as crianças então, sempre carrego umas coisinhas para as emergências que podem surgir. Quando não tem jeito, vamos lá, antibióticos, anti-inflamatórios…

Porém, à medida que fui me aprofundando no universo das curas naturais, a minha farmácia foi sendo alterada. Em vez de analgésicos ou remédios para enjoo, óleo essencial! O de hortelã pimenta vive na bolsa! Em vez de anti-gripal, exercício respiratório! Epa, como assim?

Vou compartilhar um evento bem doméstico aqui de casa.

Numa tarde normal de verão, minha filha mais velha, então com 13 anos, me chama reclamando de mal-estar e sintomas de resfriado. Poderia ser o início de uma gripe. Algo estava se instalando naquele corpinho lindo e saudável. Suspeitei de um desequilíbrio energético e decidi dar uma “olhada” na energia dela antes de decidir o que fazer.

Fui pegar meu pêndulo. E para que serve isso? Serve para medir energia. Serve como uma extensão dos braços para ajudar a trabalhar sua energia. Serve para ativar pontos estagnados… Meu pêndulo, meu fiel companheiro. Aqui em casa, todas as meninas tem o seu.

Como suspeitava, a energia de um lado do corpo estava bem fraquinha gerando um desequilíbrio geral. E qual seria o “remédio” para isso? Eu poderia simplesmente aplicar reiki nela por algum tempo e ela ficaria bem, de forma passiva, mas ficaria bem.

MAS… eu quero que elas se empoderem e saibam que podem resolver muitas coisas sozinhas, ficando mais independentes.

Então…. nada de reiki!

Apenas cinco minutos de uma respiração yogui alternada chamada Nadi Shodan Pranayama. Essa técnica traz muitos benefícios, trabalha terapeuticamente problemas circulatórios e respiratórios – que era o foco do momento – mas também acalma a mente, ajusta o foco para o presente, diminui o estresse e harmoniza hemisférios esquerdo e direito do cérebro, entre outros.

Ao terminar o exercício, medimos a energia dos dois lados do corpo de novo (na altura do joelhos que fica fácil para ela ver) e já estava em equilíbrio. A partir daí, o corpo vai se reorganizando e ativa as defesas necessárias.

Estados emocionais alterados, depressivos, estresse provocam queda do sistema imunológico deixando o nosso “exército de defesa” enfraquecido e à mercê de vírus e bactérias oportunistas.

Ainda é mais rápido ir à cozinha e tomar um remédio… Tudo depende de como você quer levar a vida. As abordagens naturais costumam demandar um certo tempo mesmo. Reparem que, nessa pequena e rápida cura, eu estava lá o tempo todo – a atenção e o carinho envolvidos também afetam o resultado.

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Amor = atenção.
Amor também é remédio!

 

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