Pequena lista 3 – escrito nas estrelas

A americana Barbara começou a canalizar numa uma viagem ao Egito. Contato direto com os pleiadianos. No livro “Terra” (1994), no final de cada capítulo, eles apresentam exercícios meditativos de reconexão, de ativação da nossa energia vital, de fortalecimento. Os exercícios propostos são simples e poderosos. Como todo treino de interiorização, é necessário dedicar um certo tempo para estar consigo mesmo. O encontro do pequeno eu com o grande Eu. A volta para dentro e para o centro.

Eu não esperava encontrar informações sobre protetor solar num livro desses, mas aconteceu. Fiquei surpresa e intrigada. Esse e outros assuntos variados são explicados, bem como a evolução da história da Terra, a participação de falsos deuses e deusas nesse processo, as crenças impostas, o tão falado livre arbítrio, os Maias, a nossa capacidade adormecida de co-criação etc.

Esses seres teriam escolhido esse momento específico para transmitir informações importantes para que possamos dar um passo à frente na nossa evolução como humanidade, evitando a auto-destruição – que tando pode vir pela devastação dos recursos naturais como do cenário político internacional. De tempos em tempos, a ameaça de um evento nuclear ressurge feito um zumbi se levantando do túmulo depois da soneca para assombrar os transeuntes distraídos.

Tiro o livro novamente da estante, abro numa página aleatória e o que encontro, pintado de marcador laranja? “We wish to speak of menopause.” Tradução caseira: Desejamos falar sobre menopausa. O quê? Esses caras devem estar dentro da minha cabeça! Período de mudanças e dúvidas: será que já entrei mesmo, como vai ser, do que vou sentir falta, e a pele como fica, as vontades, a montanha russa hormonal acaba? TPM nunca mais, será possível? É sonho ou pesadelo? Parece que não combina comigo, pois não me sinto “velha” e menopausa parece coisa de avó. Graças ao meu guia interior, meu coração, o interesse renovado pelas questões do feminino tem sido providencial. Novamente, nada é por acaso. Graças à medicina chinesa e seus chás, decretei o fim dos calores noturnos – uma xícara de chá de amoreira à tarde e pronto, voltei a dormir tranquilamente.

Família de Luz” (1998) é um livro cheio de mensagens de amor e luz, feito sob medida para ativar o nosso poder divino e a conexão com as esferas superiores que nos amparam dia e noite. Explica também o porquê do interesse de diversos povos estelares nesse pequeno planeta azul escondido na Via Láctea. A meditação e os exercícios de interiorização são altamente recomendados – um guru vindo das estrelas repetindo a mesma coisa que nossos colegas mais iluminados falam há mais cinco mil anos.

Estudar livros canalizados implica em duas questões subjacentes: as canalizações em si e a existência seres de outros planetas. Na minha visão parcial e limitada, o campeão de canalizações é o nosso querido Chico Xavier. Ele escreveu inúmeros livros – 412 segundo o blog do Dirceu Rabelo – com informações e estórias ditadas por diferentes espíritos e guias. Supõe-se que esses guias sejam humanos ascensionados ou anjos, seres mais evoluídos espiritualmente, falando a partir de um ponto de vista privilegiado do outro lado da vida.

Há quem diga que informações obtidas via “canalização” são fruto de uma imaginação fértil – sem comprovação, sem validade científica, não podendo ser consideradas verdadeiras. Afinal, onde estão as evidências, as gravações e filmagens desses outros lugares e seres? Quem são e por que não se mostram a todas as pessoas?

No documentário intitulado “Data Limite”, Chico cita seres de outros orbes preocupados com a situação da Terra na época da Guerra Fria e da ameaça de um conflito nuclear entre Rússia e Estados Unidos. A estória se repete: armas nucleares atraindo a atenção massiva para nós – pequenos terráqueos com o mau hábito de maltratar e aniquilar uns aos outros. Parecemos crianças mimadas sem noção de boas maneiras, ou adultos inconsequentes armados até os dentes brincando de batalha naval com vidas de verdade. Um videogame ao vivo em tempo real. E a população em geral, que parte tem nesse teatro de horrores? Coadjuvantes inconscientes anestesiados ou, nas palavras de Dolores Cannon, backdrop people?

Muitas pessoas ainda acreditam que somos tão tão tão especiais a ponto de sermos os únicos seres inteligentes em todo o universo infinito. Tendo em vista a nossa imaturidade emocional e espiritual…. sei não. Para mim, fica difícil acreditar nisso. Lá no interior, da onde eu venho, tem um ditado popular que diz assim: “não coloque todos os ovos na mesma cesta”. Será que Deus teria colocado todos os seus ovos nessa cestinha azul sem alça solta no espaço?

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