1,2,3 já!

Num tempo tão tão distante, minha mãe apertou o botão reiki na minha torre de comando e bummmm… entrei para esse mundão das terapias holísticas ou energéticas, pode chamar como quiser. Parece que foi há vidas atrás.

Reiki, uma porta que atravessei timidamente, confesso, porém abriu milhares de outras portas depois dela, como nos filmes antigos do agente 86… Por onde ir agora, qual curso escolher, como vou saber se estou no caminho certo, como vou saber se isso vai agregar ou será desperdício de tempo? Tantas perguntas, muitas experimentações.

A vida dá voltas e muitas voltas eu dei, tanto cursos eu fiz, tantos instrutores conheci, técnicas aprendi e, agora, a sensação é de ter voltado para casa. Curti e me dediquei a cada curso, cada momento, cada oportunidade. Amei conhecer todas as pessoas, algumas se transformaram em grandes amigos. Nunca cheguei a me desconectar do Reiki – ele sempre estava na base de tudo – como um pai que se senta silencioso aguardando o filho pequeno brincar, correr e pular para relaxar nos seus braços no fim do dia.

Na minha terapia, é assim: meio tudo ‘junto e misturado’. Qual será a melhor contribuição para esse ser que está aqui na minha frente, aberto, no ponto certo de mudança, pronto para abandonar as dores guardadas por milênios?

Feliz da vida de estar nesse lugar hoje onde posso contribuir, ajudar, dar suporte, limpar (olha a faxina chegando aí, gente!), ouvir, permitir que as pessoas se apresentem sem máscaras e sem rodeios.

Feliz da vida de estar nesse lugar nesse momento tão conturbado do planeta e estar serena para ser essa sustentação.

Se eu tivesse seguido a vida alucinada e estressada de executiva de marketing… sei não, poderia estar na lista dos dependentes de ansiolíticos e anti-inflamatórios, shiatsu e outras massagens para aliviar tensões. Estaria gastando a fortuna que se ganha nessas posições com médicos, remédios e terapias.

Feliz da vida de trabalhar descalça com maços de ervas, perfumando e curando com óleos essenciais doTerra (me chame para saber mais), acendendo incensos e apagando as luzes para ver melhor.

Gratidão Johnny de Carli, Mestre Reiki que me iniciou em 2013 nos níveis 1, 2 e 3A, onde pude perceber – cheia de surpresa – a energia fluir pelas minhas mãos.

Gratidão à Mestra Keiko Komakome, caí de paraquedas no seu colo, no “mestrado da pandemia” e agora reciclando nos níveis 1, 2 e 3 às beiras do lockdown. Cai de paraquedas sim, sem qualquer machucado, pois a grande mãe coruja que você é acolhe a todos com o coração aberto.

Reiki é amor. Eu sou amor. Você é amor. Por isso, o reiki funciona – ele fala a linguagem das nossas células sem obstáculos, sem limitações.

Publicado por Denise Fracaro

Sou uma pessoa que não cansa de estudar, em busca constante de autoconhecimento, com imenso prazer em compartilhar seus achados para o benefício de todos os seres. Além de blogar, trabalho com terapias quânticas usando diversas técnicas e dou cursos e workshops.

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