Que sejamos mãe de nós mesmos em primeiro lugar, maternando, acolhendo como acolhemos nossos amigos em sofrimento, lambendo as feridas e passando lavanda, permitindo-nos sentir dores – besuntando com deep blue e também sentir prazeres sem julgamento, lavando a alma com bergamota.
Aceitando colo e carinho, com copaíba e gerânio no peito. Abrindo o coração e as asas para viver cada momento como se fosse o único. E é.
Vivendo cada momento com todo o poder da Vida que flui por nós, através de nós, para nós e para que seja distribuído por toda parte, sem nenhum tipo de restrição ou contenção, sem julgar quem pode receber, sem julgar como vai receber.
Mãe e doação são quase sinônimos – é tempo de doar, doar o nosso saber, a nossa luz e nossos recursos. Cada um dá o que tem. Tanto podemos distribuir flechas de raiva e rancor, como flores de aceitação e paz. Bora distribuir sorrisos e beleza, música e paixão, carinho e suavidade, alegria e amor. Só isso.
Foco no que temos de melhor. O que doamos se multiplica em nosso ser. Quem faz o bem, mesmo sem qualquer reciprocidade material, nem sequer um “obrigado”, dentro de seu corpo, uma cascata de neurotransmissores é ativada produzindo uma química maravilhosa que é anti-inflamatória, antidepressiva, diminui dores e aumenta a imunidade. O bem faz bem.
FELIZ DIA DAS MÃES!
