No espaço vazio escuro e vasto, sem começo e sem fim, sem forma e sem cor, sem luz e sem direção… Nada em cima, nada embaixo e, mesmo assim, embrulhada em mim mesma. O escuro fora de mim, dentro de mim. O peso de chumbo maciço duro e frio no coração. Expandindo e cedendo aos poucos. Senta, medita, se aquieta, se cura. No espaço vazio e escuro do cosmo e do coração.
amor = segurança – alegria
amor = segurança – pertencimento – alegria
amor = amizade – respeito
amor = respeito – cumplicidade
amor = coragem – verdade
amor = companheirismo – serenidade
amor = vulnerabilidade – abertura
amor = alegria – eternidade
amor = música – dançar
amor = compaixão – amor próprio
amor = paz – tranquilidade
amor = espaço – expansão – alegria
amor = conexão – leveza
amor = nutrição – festa
amor = prazer – crescimento
amor = cura – tristeza
amor = luz – energia
amor = gratidão
Ao meditar no coração, acessar a frequência de sentimentos elevados, não é surpresa o Amor se apresentar à frente de qualquer outro. E não vem sozinho: vem trazendo consigo muitos sinônimos. Isso me lembra um trecho do livro “O Agênere” de Robson Pinheiro, no qual ele relata a conversa de um pai anunaki e seu filho – prestes a vir para a Terra. O pai explica:
“Nunca se esqueça, meu filho, de que toda a criação, tudo no cosmos está mergulhado numa essência tão sutil e, ao mesmo tempo, tão poderosa que tal essência ignora por completo qual seja a pátria sideral dos seres de todo o universo. Ela interpenetra tudo e todos fazendo de todos os seres irmãos. Todo o cosmo vive e se move em meio a esse torvelinho de forças e energias, que é conhecido como a maior força dinâmica da evolução. No mundo para onde irá, conhecem tal essência pelo nome de amor.”
O que escapa ao Amor?
